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Sobre


Neste espaço eu escrevo sobre alguns eixos principais:  racismo, lesbianidade, feminismo, gordofobia,padrões de beleza. O blog nasceu em 2013, mais precisamente no mês de março. Eu só queria um lugar para publicar minhas inquietações que andavam caladas mas que nunca deixaram de ser latentes, por isso fiz do blog um espaço íntimo e solidário para as mulheres, sobretudo as negras gordas e lésbicas, que o acessam aqui. Gosto de usar muitas imagens para ilustrar os textos pois elas dão o tom que eu não consigo com as palavras. As imagens são uma forma de me posicionar contra toda violência simbólica que somos vítimas diariamente.

SOBRE MIM

Meu nome é  Jéssica Ipólito, mas pode me chamar de Jész que eu prefiro. Sou sagitariana, com 26 anos, nascida em 02 de Dezembro de 1991, criada em São José do Rio Preto, interior de SP, mas vivendo intensamente na cidade de Salvador – BA.  Sai da casa da senhora minha mãe logo aos 18 anos, fui estudar em Ouro Preto-MG, passei quase um ano na cidade e em seguida fui morar em na capital paulista.  Passei por telermarketing, curso técnico em veterinária, banhista de cachorro, vendedora de loja, agente técnico no IBGE (terceirizada por dois anos), produtora cultural informal… Tudo isso ao mesmo tempo em que ia me descobrindo como uma adolescente assumindo responsabilidades adultas. Tudo isso ao mesmo tempo em que eu descobria o nome de todos os meus incômodos; tudo isso ao mesmo tempo em que mergulhava de cabeça na militância da cidade de São Paulo: dos sindicatos ao movimento feminista branco, das aulas públicas às organizações de manifestações feministas. Foi realmente uma efervescência avassaladora! Me rendeu muitas histórias pra contar hoje em dia.  Nunca mais voltei a morar no interior, me tornei uma visitante da casa uma vez por ano.

Já sou graduada em interromper graduações por falta de dinheiro, mas atualmente eu tenho lutado bravamente pra finalizar a graduação em Gênero e Diversidade na UFBA (Universidade Federal da Bahia), fazendo agora o 5º semestre, que era pra ser o 6º se não fosse pelas adversidades da vida; o importante é que eu voltei pra ficar e finalizar o curso e quem sabe, me aventurar em alguma pós-graduação. Atualmente estou estagiando no GEDEM – Grupo Especial de Atuação em Defesa das Mulheres e LGBTs do Ministério Público da Bahia, concomitantemente ao trabalho com projetos sociais que tenho desenvolvido no âmbito da juventude de mulheres negras e da segurança digital.

Nos últimos 2 anos eu me afastei dos “palcos da visibilidade” pois precisei me reestruturar, me re-organizar e centrar minha vida no que eu queria. Não foi tão simples lidar com toda exposição que adquiri ao longo de poucos anos. Sofri ataques de ódio na internet no início de 2016 -fatídico-  e isso fez com que eu repensasse o espaço virtual, repensasse o que eu estava fazendo nele e como tudo ali (aqui) me afetava psicologicamente e, consequentemente, na vida prática. A partir daí, passei a ler mais sobre segurança digital, auto-cuidado digital, ciberativismo e correlatos, para me munir de informações e preparar meu terreno de atuações futuras. Estou nessa fase de aprendizado, engatinhando, mas já pude participar de processos de construção política da Rede de Ciberativistas Negras, que me trouxe uma vontade de continuar lutando da qual eu precisava naquele momento. Em 2017, passei o ano na comissão organizadora do II Encontro Nacional de Negras Jovens Feministas que desencadeou em uma Articulação Nacional de Negra Jovens Feministas (ANJF), com núcleos em quase todos os estados. Eu realmente amo construir encontros, por a mão na massa e propiciar o melhor ambiente possível para diálogos entre mulheres negras. Estou de volta à “ativa” no que tange a militância fora da internet, mais organicamente falando;  tenho grandes planos na construção  da ANJF na Bahia e no Brasil. Tenho disposição de sobra para continuar militando pela vida das mulheres negras e pelo estabelecimento de um novo projeto político de nação, da qual nós somos autoras, do qual pensamos ao longo desses 30 anos para toda uma sociedade. Eu já faço parte dessa história e tenho muito orgulho disso!

Depois de ter passado pela trilha de me descobrir lésbica, politizar minha vida, construir iniciativas políticas junto à outras mulheres feministas, organizar marchas, protestos, seminários, encontros, rodas de conversa… Atualmente eu retomo esses espaços dos quais já estive antes para atualiza-los, pois nesses quase 6 anos de militância e 4 anos de blog, pude vivenciar experiências no âmbito virtual e não-virtual que me trouxeram a compreensão de que meu lugar agora é esse: construir coletivamente militâncias no território onde vivo. A internet segue sendo um instrumento pelo qual posso e devo reverberar o que achar importante, mas não será mais esse espaço que um dia eu dei prioridade. Amadureci um bocado nesses últimos anos e finco meus pés no fortalecimento das mulheres negras, esse é meu ponto de partida, é como feminista negra orientada pela ancestralidade das mulheres negras em luta permanente que me coloco no mundo.  Evidente que com muita dificuldade pois falta trabalho remunerado e sobra luta para encabeçar, mas esses obstáculos eu realmente tenho levado na esperança de que serão amenizados conforme o passar do tempo, ou em outras palavras: pra tudo da-se um jeito! Entreguei à meus orixás, meus guias. Está tudo sob controle de Oxóssi e Iemonjá, eu sigo seus caminhos com a confiança de que não há um final, mas sim, muitos intervalos e novos começos.

Você pode falar comigo via e-mail através do jesz.ipolito@gmail.com; se for assuntos mais sensíveis, pode enviar para um e-mail seguro que é o jeszipolito@protonmail.com. Tô no Instagram também, com fotinhos do dia-a-dia porque é necessário hahaha. Não se engane: eu não estou mais “em evidência” pela mídia da ~representatitividade, mas eu continuo firme e forte na luta cotidiana contra o racismo, sexismo, lesbofobia, e outras formas de opressão e não tenho previsão de parada.

 

 

Um beijo!
<3

Maio de 2018

*atualizado em 18 de Maio de 2018*

8 Comentários

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  1. Mauro

    Não sou a tua praia, mas não posso deixar de admirar sua beleza. Voce me faz a cabeça!
    Seja feliz ousadamente e descaradamente, assim como voce é!

  2. Nara

    Vou colar do amigo ai de cima. Pode né Mauro ? Kkkkk
    Você não é minha praia mas é impossivel nao admirar sua beleza. Você também me faz a cabeça, menina! Tudo de muito bom pra você … Beijos

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